
por Wilson Francisco
Uma mulher, nos Estados Unidos, teve implantado um órgão em seu corpo e desconhecia totalmente o doador, na época estava com 72 anos de idade. No entanto, meses depois do transplante, ela começou a manifestar em seu comportamento atitudes diferentes. Tinha impulsos de entrar em lanchonete e de pedir, aos netos, carona em suas motos; essas vontades, ela não tinha antes de receber o órgão em seu corpo.
Foi a um terapeuta e este iniciou toda uma investigação para desvendar aquele mistério. Um dia, ela entrou numa lanchonete e compulsiva pediu frango empanado (nuggets), para espanto de seus parentes. Ela nunca se dava ao direito de se alimentar disso, anteriormente.
Depois de muita pesquisa, o terapeuta resolveu que tinham de achar o doador do órgão. Descobriram e na entrevista com a família, a mãe revelou que seu filho era motoqueiro, morrera num acidente na estrada. E confidenciou: tenho saudades dele e me preocupa pensar que onde ele está pode não ter nuggets para ele comer. Ele adorava isso.
A receptadora do órgão encontrara a resposta e nós entendemos que o comportamento dela se devia a uma ação do órgão transplantado. Isto é interessante porque coloca aqui em nossas mãos as seguintes questões:leia mais
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