
Durante quase dois séculos, da Revolução Francesa de 1789 à queda do Muro de Berlim, em 1989, os políticos, os intelectuais e a gente comum, tenderam a celebrar o Estado como um poderoso deus da modernidade. Devotaram a ele fidelidade e o compromisso de plena obediência, a mesma que os súditos prestavam anteriormente, em tempos remotos, aos seus soberanos. Hoje, entretanto, a divinização do Estado entrou em recesso. Os acontecimentos espetaculares que se sucederam desde em cascata então fizeram o seu carisma ficar abalado frente aos olhos do homem comum.leia mais
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