quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O discurso do velho coronel

Lúcia Hippólito

Coronelismo, nepotismo, clientelismo, fisiologismo, privatização de espaços e recursos públicos. Vaidade, vaidade, vaidade. Nada disso é desconhecido pelo senador Sarney.

Todas essas práticas são antigas a arraigadas em sua biografia. Biografia que o senador tanto preza.

Por que, então, começou-se a cobrar dele, como se fosse ele, Sarney, o único a exercer essas práticas? Ou que se ele as tivesse começado a praticar ontem.

O fato é que, talvez, Sarney, como os dinossauros, não tenha realmente percebido que os tempos mudaram.

Depois de passar mais da metade da vida como o enfant gâté da ditadura, Sarney dedicou-se, nos últimos 20 anos, a polir seu verbete nas enciclopédias da História do Brasil.

Leia artigo completo

Discurso do Sarney na Folha

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