quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Integrar gerações: baby boomers, X e Y, e I a caminho


O conflito de gerações é algo natural e espontâneo em nossa sociedade.
Na medida em que velhos paradigmas são quebrados e novas maneiras de se enxergar o mundo e a sociedade surgem, os mais novos se reeducam para viver conforme o que o ambiente que os cercam demanda.
Os mais jovens sempre se adaptam melhor à nova realidade e moldam as características de sua geração de acordo com as novidades que vêm para ficar. Já os mais velhos, por mais que busquem essa adaptação, ainda tem arraigados valores e comportamentos adquiridos em outros tempos.
O que ocorre hoje, no final da primeira década do terceiro milênio, é que há um grande conflito, dentro das organizações, entre as gerações Baby boomers (de 44 a 67 anos) e X (29 a 44 anos) e a geração Y (9 a 29 anos), que está chegando para ficar.
Os profissionais da faixa dos 20 anos, da geração Y, cresceram junto das novidades tecnológicas que mudaram o mundo: o celular e a internet. São flexíveis, relacionais, precisam de motivação para produzir, acreditam mais na coerência do que na hierarquia, não possuem vínculos (vestir a camisa da empresa não é algo que lhes agrade) e dão muito valor à assertividade. São muito diferentes dos Baby boomers, que prezam a estabilidade profissional, a hierarquia, a aposentadoria e os modelos organizacionais mais rígidos. E também da geração X, que são muito objetivos, individualistas, imediatistas, competitivos e, consequência natural, workaholics.

Quando, dentro de uma organização, juntam-se estas três gerações, surge um grande conflito, já que o modelo organizacional da maioria das empresas ainda é muito rígido, algo que não condiz com as características da geração Y.
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