sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

é hora de repensar posturas, é hora de reinventar

Cada empresa tem suas próprias razões para demitir alguém.
Certamente quem for essencial, imprescindível, importante, não será demitido.
Como saber quem seria esta pessoa?
Por exemplo, as empresas têm conhecimento de que o capital humano é um patrimônio valiosíssimo que precisa ser preservado, é dele que depende, muitas vezes, o sucesso do negócio.
Se a pessoa tem facilidade de relacionamento, é realmente comprometida,
procura encontrar soluções e não apenas apontar os problemas, tem orgulho da empresa e é curioso, sempre procura inovar, se reinventar, esta é a pessoa
que certamente permanecerá.
O acomodado está em desuso, está fora de moda e é dispensável. É bom ficar atento sempre com a versatilidade e a flexibilidade.
Às vezes, precisamos lembrar que o básico também é medido.
Chegar no horário, evitar faltas e fofocas, cumprir suas tarefas, apenas isso não garante o emprego, mas é um bom começo.
Ser apenas “chefe” também não é o suficiente. Hoje os sistemas estão se tornando mais racionais.
A burocracia precisa ser extinta e os custos, revistos.
Sendo assim: emprego, quem tiver que segure o seu. Não há como negar.
Estamos iniciando tempos de retração econômica, momentos em que as grandes empresas, sobretudo as multinacionais, assumem ou acenam com eventuais demissões coletivas.
Neste contexto, quem estiver empregado deve acentuar suas aptidões, multiplicar
suas potencialidades e mostrar-se produtivo para permanecer no mercado de trabalho.
Embora esse quadro possa parecer assustador, por outro lado, há razões para nos mantermos otimistas.
O Brasil, dado o seu histórico de crises econômicas e sucessivos períodos de inflação, aprendeu a defender-se das oscilações do mercado.
Empresários e entidades de classe de todos os setores e regiões do País aglutinam-
se em palestras, treinamentos, eventos que promovem a reflexão e apontam soluções para que a economia e o mercado de trabalho não fiquem estagnados.
Neste sentido, a Aciub (Associação Comercial e Industrial de Uberlândia) age como sempre agiu ao longo de seus 75 anos de história, com prudência e cautela, buscando a compreensão e o aprofundamento nos conteúdos da conjuntura política e econômica, munindo diretores e associados de informações e prerrogativas para driblar a crise.
Podemos, com toda segurança, afirmar que vivemos em uma cidade privilegiada. Nos 120 anos de Uberlândia, nunca o seu crescimento foi freado pelas instabilidades do mercado, em nível nacional ou mundial.
Para a cidade, há perspectivas adiantadas de um ano 2010 bastante progressista, sinalizando que a cidade não vai interromper o seu acelerado progresso. E, com estas
perspectivas, vem a certeza de novos postos de trabalho.
Há projeções, enfim, de, por mais que 2009 seja um ano difícil, entrarmos em 2010 dando os ombros para a crise e fortalecidos por uma economia local que não para nem cede às intempéries do mercado.
Não há razões, portanto, para temermos a crise mundial. Claro que ela interfere em nosso cotidiano, mas não ao ponto de nos deixarmos inertes e improdutivos. O
momento é de reagir, resistir e mostrar que estamos aptos a sobreviver
aos deslizes cometidos pelo capitalismo moderno no outro lado do continente.
É hora de repensar posturas, é hora de reinventar.

Um comentário:

  1. Rosalina, minha amiga muito querida.
    Ótima quinta.
    Parabéns pelo artigo de hoje
    no Suplemento Empregabilidade
    do Jornal CORREIO.
    O seu recado tem peso como representante de classe e empresária.
    A dica: (...) "acentuar suas aptidões, multiplicar suas potencialidades e mostrar-se produtivo para permanecer no mercado de trabalho.", é um alerta oportuno e importante para qualquer profissional.
    Abração. AMARAL

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